Na viagem inquieta do entender,
abraçar o erro inicia condição.
Um passo após não se render,
espera-se por mais razão.
A mente se expande em ser,
rasgando trilhas para o sim do não.
Confrontam-se ver e
enxergar,
cruzando superficial e intuição.
Para as possibilidades, ousar;
nos sentimentos, opção,
guiando sem querer chegar:
o difícil diálogo entre o sim e o não.
E se a viagem
cambaleia, seguir.
Coração pulsa talvez...decepção.
Nas razões confusas, o persistir;
traídos porquês na solidão,
impulsos enfim para existir:
na liberdade desejada do sim, o não
Do passado, o agora
puxa reverter
e o futuro para a viagem segue sem fim.
Entender desafia a vontade de querer
ser mais que o possível de mim,
recriando histórias do amadurecer,
nas desafiadoras escolhas do não no sim.